sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Adeus Ano Velho...


Hoje é o penúltimo dia do ano e muito se fala sobre retrospectivas e expectativas pessoais... a maioria das pessoas fazem um balanço do que foi bom, do que foi ruim e de como querem que seja o próximo ano, sem se lembrarem que todo ano é assim e que todo ano eles fazem mil promessas que não são coladas em prática.
Normal! Afinal, tudo é muito mais difícil na prática. Difícil, não impossível!
Acontece que 90% das promessas de ano novo são situações sobre as quais não temos poder de realizar ou pelo menos, não dependem somente de nós...
É claro que todos querem paz no coração, um amor que nos faça feliz, levar um vida muito mais saudável... tudo bem, nada disso é impossível. Mas infelizmente, nem sempre podemos alcançar objetivos pensando somente em nós mesmos.
O primeiro passo para um ano verdadeiramente novo está em nós, sim, eu concordo: devemos querer mudar. Mas vale lembrar, não se chega em lugar nenhum com um único passo. Assim como o ano, que possui 365 dias, temos que caminhar por um caminho que nos leve aos acertos, mas sem desprezar os erros e as pessoas que passam por nós.

Para mim, 2011 foi um ano transformardor: novos amigos, novas perspectivas, novas ideias e, acho que o mais importante, ATITUDES mais maduras em todos os setores.
Muitos valores bobos ficaram pra trás. Muitas pessoas e conversas fizeram a diferença. Minhas consultas na psicóloga esse ano foram muito produtivas e acho que finalmente dei um basta na depressão. Maturidade. 2011 foi um ano maduro: atitudes pensadas e responsáveis, sem abrir mão da diversão e da companhia dos grandes amigos.
Tive perdas que me fizeram chorar, brigas que me deixaram com raiva e motivos para mudar de estrada. Alguns dizem até que abri mão de um sonho... mas aprendi a enxugar as lágrimas, esquecer a mágoa e mudar o passo. Pra mim, minha vida nunca esteve tão bem e não tropeço mais em qualquer pedrinha: aprendi a escalar as montanhas que a vida coloca em meu caminho.

Nesse novo ano, quero que tudo seja contínuo. Mais amor, mais liberdade, mais maturidade, mais amigos, mais ideias, mais responsabilidade, mais trabalho e muito mais diversão. Quero que 2012 seja, literalmente, a continuação de tudo que me aconteceu em 2011. Não precisa vir nada novo, a não ser que seja para melhorar o que já está bom... Se eu tiver que chorar, que seja de alegria. Se tiver que brigar, que seja por uma causa justa. Se tiver que criar laços, que seja com pessoas do bem. Confio no que Deus está guardando pra mim e sei que esse ano serei ainda mais feliz...

Feliz Ano Novo para todos nós...

sábado, 3 de dezembro de 2011

Saudade Dói

Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói.
Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, doem.
Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua,
dói cólica, cárie e pedra no rim.
Mas o que mais dói é a saudade.

Saudade de um irmão que mora longe.
Saudade de uma cachoeira da infância.
Saudade de um filho que estuda fora.
Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais.
Saudade do pai que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu.
Saudade de uma cidade.
Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa.
Doem essas saudades todas.

Mas a saudade mais dolorida é a saudade de quem se ama.
Saudade da pele, do cheiro, dos beijos.
Saudade da presença, e até da ausência consentida.
Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá.
Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde.
Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã.
Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor,
Ou quando alguém ou algo não deixa que esse amor siga,
Ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deter.
Saudade é basicamente não saber.
Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio.
Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia.
Não saber se ela ainda usa aquela saia.
Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu.
Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre ocupada;
se ele tem assistido às aulas de inglês, se aprendeu a entrar na Internet e encontrar a página do Diário Oficial;
se ela aprendeu a estacionar entre dois carros;
se ele continua preferindo Malzebier;
se ela continua preferindo suco;
se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados;
se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor;
se ele continua cantando tão bem;
se ela continua detestando o MC Donald's;
se ele continua amando;
se ela continua a chorar até nas comédias.

Saudade é não saber mesmo!
Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos;
não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento;
não saber como frear as lágrimas diante de uma música;
não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer.
É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso...
É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela.
Saudade é nunca mais saber de quem se ama, e ainda assim doer;

Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você,
provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler...





segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Desencontros do coração...

Encontra-se perdida em pensamentos pra lá de estranhos... não sabia bem se era intuição ou medo. Não sabia sequer se era real...
Mas eram os pensamentos que aceleravam seus batimentos cardíacos, arrepiava os poros e pelos de todo seu corpo e deixava seus pernas com aquele tremor que ela sabia bem que só sentia em momentos de tensão...
Sentia-se como uma peça mal encaixada em um quebra-cabeça de difícil resolução. Sabia bem o que queria - sempre soubera. Mas agora lutava contra os desejos do seu coração ao mesmo tempo em que tentava realiza-los. Sabia que não podia... não agora, não dessa forma... estava sendo egoísta, mas não queria mais sentir-se como uma coadjuvante sem falas e sem vontades próprias. Ela sabia que merecia mais, muito mais, do que ele pudera lhe dar até aqui. Mas seu amor era tão imenso que ela ainda insistia em tentar conquista-lo, sem perceber que nesse momento, ele só estava lutando pelo seu bem - talvez até, pensando mais nela do que ela mesma.
Era difícil conviver com sua ausência - embora não impossível. Ela queria muito aproveitar seus últimos momentos juntos, com aquela alegria que sempre reinava quando se encontravam, mas em seus últimos encontros estivera mais emotiva do que o normal, deixando as lágrimas caírem e estragarem tudo... talvez por não ter certeza se faria falta pra ele, talvez por medo que uma história tão linda terminasse sem um final feliz...
Mas ela não podia mais voltar atrás: queria ir embora. Precisava disso para sobreviver, precisava explorar novas histórias, buscar novos caminhos, encontrar novos rumos, modificar seu destino e tentar o impossível.
Ela sabia que ainda pensaria nele por um longo tempo e que esse amor estava longe de acabar, mas precisava se distanciar da vida para viver novamente. Mais do que uma fuga, ela acreditava na força dos seus pensamentos: isso mudaria sua vida para sempre. Pela primeira vez, não pensava em abrir mão de nada por amor, porque agora sabia: o amor sobreviverá ao tempo e à distancia, se for real entre os dois.
Finalmente entendera que não precisava desafiar o destino para ser feliz: ele se encarregaria de colocar as coisas no lugar.
Seguiriam caminhos opostos porque, mais do que nunca, esse amor merecia uma chance real de, um dia, faze-los feliz por completo.
E faria...

sábado, 29 de outubro de 2011

Há muito ela vinha dando sinais de cansaço e insatisfação... mas agora ficara insustentável.
Ele não entendia os sinais, não fazia questão de ouvir as palavras, apenas ía e vinha sem se preocupar com sentimentos...
Sentimentos...
Para ela, isso pesava. Para ele, não.
Estava cansada de ser apenas uma parte, queria ser inteira.
Precisava ser reconquistada, cansara de doar-se sem nada receber em troca.
Sentia que precisava ser amada para deixar que o amor falasse mais alto novamente.
Sentia-se vazia... mas não sentia-se livre.
Aprendera a conviver com a saudade, mas não acostumara-se com o vazio de uma relação limitada.
Já não implorava mais por carinho, mas lágrimas caiam, fora de controle...

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Eu tenho tanto a dizer
São muitas palavras presas na alma
Tento escrever, mas me sinto acorrentada...
Em momentos assim, só um abraço liberta!
Cadê?


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Esperança

"Olhou-se no espelho sentindo-se bem "acabada" para sua idade, muito mais do que realmente era. Pensou em seu passado e em tudo que gostaria de ter feito diferente... Chorou... Dez anos se passaram! Será que ainda haveria a chance de recuperar o tempo perdido? Estudar, trabalhar... recomeçar era tudo que ela queria... ela sentia que precisava daquilo. Mas como? Não seria meio tarde para viver aquilo que deveria ter vivido no final de sua adolescência?

Não tinha nada que a prendia na cidade: já terminara a faculdade, não fazia nenhum curso, não conseguia trabalhos na sua área e nem queria uma "sobrevida" no comércio... Não tinha filhos, marido, namorado e constantemente sentia-se só... Nunca tivera uma vida social invejável e, apesar de tantos amigos maravilhosos, não fazia parte de nenhum "grupo de amizade". Sustentava-se de sonhos, mas era sustentada pelos pais.

Naquele momento, diante do espelho, sentiu como se já tivesse vivido tudo que tivera pra viver. Sentia uma necessidade angustiada de experimentar novas sensações, mas isso nada tinha a ver com drogas. Ela era muito careta pra essas coisas. Necessitava de realidade, vivera muito tempo presa na ficção dos seus sonhos.

Algo dentro dela clamava por liberdade, sua alma estava presa a algo que não existia, precisava sair, se libertar. Sentia um aperto dentro do peito, sufocada pela vida que levara até aqui e pela imensa vontade de mudar. Mas não sabia como fazer isso...

Tinha medo... um medo infiel e desleal. Um medo que envolvia as pessoas que mais amava nesse mundo. Sentia-se traída por seus próprios sentimentos... chorava cada vez mais, desesperadamente... parou de pensar e afogou-se em lágrimas, sentindo vergonha de olhar-se no espelho. Chorava e soluçava... como um bebê que quer alguma coisa, mas não sabe como dizer.

Era isso! Parou de chorar.

Ela sabia perfeitamente o que queria, sempre soubera. Ligou a torneira e deixou a água cair sobre as mãos juntas em concha. Olhava-se fixamente no espelho. Trazia as mãos ao rosto, deixando a água escorrer por todo o rosto, pescoço e colo, repetidas vezes. Desligou a torneira, respirou fundo e pegou a toalha, trazendo-a ao rosto. Sentindo-se aconchegada, fechou os olhos e permitiu-se sonhar mais uma vez.

Naquele momento percebeu que não precisava abandonar seus sonhos para viver a realidade. Sua necessidade era de vida, e o que é a vida sem sonhos, afinal?!

Tinha muito amor dentro de si, amava muito aos outros: amigos, amores, familiares... mas precisava amar-se mais. "Permita-se!", ela se repetia em silêncio. Percebera então que ao se permitir, as coisas começariam a acontecer. Um passo de cada vez, tudo ao seu tempo...

Pensou nas pessoas que amava. Sentiu vontade de abraçar cada uma dessas pessoas. Sorriu, com brilho nos olhos. Foi dormir sentindo-se aliviada.

Aquela seria uma noite de lindos sonhos, ninguém poderia ter dúvidas."


Belos sonhos...

domingo, 18 de setembro de 2011

Controle de Qualidade

Temporariamente Possuída pelo Monstro: O que eu quero ser quando crescer: Wagner Moura: Estava pensando no que ia escrever para expressar o que sinto, porque tudo ainda está muito difuso na minha cabeça.


Indico esse post do blog da Martha Dias, porque é mais ou menos isso aí que tento dizer diariamente, mas não consigo...

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

LUTO

Ozzy, você deixou um buraco em nossos corações.
Tenho certeza que você foi muito feliz em nossa casa, porque você foi muito amado desde o primeiro momento em que te vimos.
Obrigada por todas as alegrias que nos proporcionou.
Obrigada por fazer companhia ao meu pai na hora de ouvir O Clube do Rei, obrigada por ouvir as canções de ninar que minha mãe cantava pra te fazer dormir, obrigada por sempre receber o Lian com alegria, obrigada por ter sido um irmão para o Bud e por ter acolhido o Ubaldo.
Obrigada pelos seus abraços, pelas suas lambidas, pelas suas mordidas e pela sua companhia em nossos churrascos.
Obrigada por ter roubado aquela minha caixa de BIS.
Mas principalmente, obrigada por ter nos ensinado um pouquinho do é AMOR INCONDICIONAL.
A vida ficará vazia sem você!

=(

"Silêncio, ele está dormindo, vejam como é lindo..."

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Prazer e Dor...

"Prazer e Dor... Não são opostos.
São vizinhos separados por uma fração de segundos!
Em menos de um minuto as coisas podem sair do seu controle... Como se tentasse escalar a mais alta montanha, tentando chegar ao topo do mundo.
No jogo da vida,você nunca sabe, luta por anos pela sua glória pessoal, mas tem uma voz na sua cabeça que insiste em perguntar:
"Quem é você?"
"Qual seu melhor?"
E quando a batalha começa você cai!
Perde pra si mesmo. Não é o seu dia... Tentou o seu melhor, mas não era realmente o seu melhor.
Então você pode ir para casa com o coração partido, ou levantar a cabeça, ficar mais esperto, mais maduro, bem preparado como nunca esteve antes.
Haverá um novo dia, uma nova batalha, um novo você!
As suas limitações viraram história e a pressão não te intimida mais.
Você esta pronto pra levar os melhores golpes da vida, e ainda continua de pé?
Eu não posso responder isso, só você pode!
Você quer ser o melhor?
Está disposto a encarar qualquer batalha por isso?
Então você é um desafiante!"

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Reticências...

"Eu acho que não sei fechar ciclos, colocar pontos finais. Comigo são sempre vírgulas, aspas, reticências." (Caio Fernando Abreu)


Essa frase do Caio F resume bem o que eu sinto...
Pra mim, é sempre tão difícil acabar alguma coisa. Emendei um curso no outro pra não sair da faculdade e quando terminei os dois, inventei um curso profissionalizante pra fazer, em outra área, nada a ver com a anterior, mas não dei ponto final em nada ainda... Nos relacionamentos, ponto final mesmo, só quando chego no meu limite de desgaste físico e emocional... e isso leva é tempo!
Até pra escrever, eu sempre prefiro a reticências ao ponto final... gosto de deixar alguma coisa no ar!
Gosto de imaginar o que as pessoas pensam quando "me lêem"... mesmo sabendo que reticências pode significar medo!
É medo! Eu acho que tenho medo do novo! Medo do "nunca mais o passado", medo do que posso me tornar sem as "muletas" que a vida me deu, medo da solidão, principalmente. Não aquela solidão de estar sozinha em casa escrevendo no twitter e no facebook por não ter com quem conversar coisas banais do dia-a-dia - essa já faz parte da minha vida. Falo de um medo maior... um medo ficar sozinha pra sempre (porque pra sempre é muito tempo, eu acho.), medo de magoar alguém que amo, medo de fracassar novamente... medo de não ter com quem contar nesses momentos em que o vazio toma conta de mim. Tenho medo desse vazio! O que a gente faz quando o vazio é maior que qualquer prazer? Tá difícil viver de sonho ultimamente! Quero acordar, realizar, viver! Quero perder esse medo de enfrentar o novo... Quero me realizar em algo novamente, me sentir viva, alegre, serena... Quero dormir e acordar em paz, sem ter medo do que pode acontecer nos próximos capítulos... Quero tirar essa armadura e poder voltar a ser quem eu sou de verdade! Preciso de um novo parágrafo, um novo capítulo, um novo ato... e preciso já!

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Parabéns Fluminense!!!


"Clube que orgulha o Brasil retumbante de glórias e vitórias mil!!!"

Hoje, 21/07/2011, o Fluminense completa 109 anos de história!!!

Feliz Aniversário, Fluminense!!!

terça-feira, 19 de julho de 2011

Shakira - Antologia


Antología

Para amarte necesito una razón
Y es difícil creer que no exista
Una más que este amor

Sobra tanto dentro de este corazón
Y a pesar de que dicen
Que los años son sabios
Todavía se siente el dolor

Porque todo el tiempo que pasé junto a ti
Dejó tejido su hilo dentro de mí

Y aprendí a quitarle al tiempo los segundos
Tu me hiciste ver el cielo más profundo
Junto a ti creo que aumenté más de trés kilos
Con tus tantos dulces besos repartidos
Desarrollaste mi sentido del olfato
Y fué por ti que aprendí a querer los gatos
Despegaste del cemento mis zapatos
Para escapar los dos volando un rato

Pero olvidaste una final instrucción
Porque aún no sé como vivir sin tu amor

Y descubrí lo que significa una rosa
Me enseñaste a decir mentiras piadosas
Para poder verte a horas no adecuadas
Y a reemplazar palabras por miradas
Y fué por ti que escribí más de cien canciones
Y hasta perdoné tus equivocaciones
Y conocí más de mil formas de besar
Y fué por ti que descubrí lo que es amar
Lo que es amar

quinta-feira, 14 de julho de 2011

A Menina que Não Sabia Ler


Quando eu decidi que queria ler esse livro, eu não sabia absolutamente nada sobre ele, exceto por alguns comentários de que era bom! Nunca tinha lido uma resenha ou mesmo a sinopse da história. Mas o título me chamou a atenção: "A menina que não sabia ler". Demorei até decidir compra-lo e depois que comprei, demorei para decidir lê-lo. Mas esse título me intrigou desde a primeira vez que vi e eu sabia que teria que ler essa história. O mais impressionante é que não me surpreendeu em nada. Absolutamente nada.
Eu gostei da leitura. Mas não da história.
Para muitos, essa pode ser uma história surpreendente (ou decepcionante), mas eu, sinceramente, achei um tanto previsível!
Comecei em um ritmo meio lento, sem muita empolgação, depois entendi por que.
O livro é dividido em Primeira Parte (capítulos 1 ao 9) e Segunda Parte (capítulos 10 ao 32), e a primeira parte é uma espécie de apresentação de Florence, suas aventuras e vontades. O primeiro capítulo é dedicado apresentação de quase todos os personagens, onde ela fala das funções de cada um. Quando seu irmão Giles vai pra escola, Florence começa a se sentir muito sozinha e faz com suas aventuras comecem a valer a pena, mas eu confesso que não me empolgou. Para continuar lendo o livro, eu tive que procurar resenhas na internet, pois eu estava achando a história bem chata.
Só à partir da Segunda Parte, com a chegada da srta. Taylor, é que o livro começa a mostrar a que veio. Eu não estava nada empolgada com essa história de fantasma, mas logo percebi do que se tratava, não sei se por intuição ou porque a história é falha mesmo.
Não posso negar que o livro é muito bem escrito. A revisão foi muito bem feita e os capítulos são mesmo muito bem divididos. A capa é encantadora, eu poderia dizer que é o que tem de melhor no livro.
O título original em inglês é "Florence e Giles", por isso eu esperava uma história de amizade mais forte entre o casal de irmãos, mas para mim, Florence pareceu apenas uma criança egoísta que tira conclusões próprias e encara isso como uma verdade absoluta.
Florence é uma menina que aprendeu a ler sozinha (é quem narra sua história), fazendo visitas escondidas à enorme biblioteca da mansão onde vivia, por não ter muito o que fazer durante seus dias extremamente solitários. Quando Giles vai para a escola, ela passa a ler desesperadamente para espantar a saudade e pensa que seus planos vão por água abaixo com a chegada do amigo Theo, mas logo ela arruma um novo esconderijo para continuar lendo, enquanto espera por seu amigo, sem que seja descoberta.
Em Theo, Florence encontra um cúmplice para suas fantasias, aproveitando-se do fato dele só querer agrada-la. Cheguei a pensar que aconteceria um romance bonito entre os dois, mas Florence é uma menina independente demais para se envolver com qualquer história que não fosse dos livros que lia ou as histórias que imaginava. Para proteger seu irmão, ela acaba colocando várias pessoas em risco e se indispondo com a srta. Taylor, a tutora.
Achei Florence tão obcecada em querer "salvar" seu irmão, que em alguns momentos parece que ela se esquece de ama-lo. Quando a relação entre os dois fica fragilizada, ela passa a acreditar que colocou tudo a perder e por isso cria planos macabros para impedir que a srta. Taylor leve seu irmão embora. Passando por cima de tudo e de todos, Florence enlouquece em suas fantasias e não percebe que o bem e o mal podem estar lado-a-lado, dependendo apenas da forma como você resolve conviver com cada um.
Eu indico, mas sem grandes pretensões.

domingo, 10 de julho de 2011

Você tem medo de que?

Engraçado como as respostas pra essa pergunta são sempre as mesmas: morrer, ter uma doença terminal, morte de familiares, ser infeliz, solidão...
Refletindo sobre os meus medos, comecei a perceber que, eu não tenho esses medos comuns. Explico: morte, é inevitável, está no nosso destino e uma hora não terei como fugir dela, portanto a única coisa que posso fazer a respeito disso é viver sem arrependimentos.
Ficar seriamente doente, é uma coisa que também não posso controlar; cuido da minha saúde, adoro ir à médicos e procuro sempre fazer meus exames de rotina, mas se tiver que acontecer, vou lutar contra isso até não ter mais forças.
A felicidade eu encaro como um estado de espírito: ontem eu estava triste, hoje estou me recuperando da tristeza e amanhã estarei feliz, é coisa de dia-a-dia, de escolha.
Já a solidão... pra que ter medo da minha realidade? Moro sozinha, conheço muita gente, mas nem sempre tenho contato com todos... Raramente saio e na maioria das vezes saio sozinha. Quase nunca meu telefone toca tendo do outro lado da linha alguém que esteja com saudade de mim e queira bater papo ou me chamar pra almoçar. Dificilmente tenho com quem conversar quando fico triste, alegre, revoltada ou simplesmente quero jogar conversa fora. Mas tenho sempre bons livros para ler, bons filmes para assistir, ou boas músicas para escutar. Tive que aprender a viver assim, sozinha e confesso que foi muito difícil, mas foi uma escolha com a qual eu tive que me acostumar...
De todos esses medos comuns, eu acho que o único com o qual eu me identifico é a morte de pessoas que eu amo, mas esse é um medo com o qual eu ainda não consigo conviver, então eu prefiro nem falar...
Meus maiores medos são bem mais complexos que isso tudo...
Tenho medo de jamais ter autonomia! De tudo dar errado... é um medo que enfrento diariamente, sobre o qual discuto com minha psicóloga e o qual eu demorei anos para entender e enfrentar.
Tenho medo de fazer sofrer as pessoas que amo. Não intencionalmente, claro. Mas tenho um medo danado de fazer escolhas que possam vir magoar alguém por quem eu só queira bem. Como enfrentar uma situação dessas? Se fosse hoje, eu não saberia. Espero que isso nunca venha a acontecer, mas se vier, quero estar preparada para tal.
Tenho medo de ir embora e deixar pra trás todos que, de alguma forma, eu conquistei aqui. Sei que talvez isso será inevitável. Mas tenho medo que sofram sentindo a minha falta... ou que descubram que o mundo é muito melhor sem mim.
Dentre tantos outros medos, tenho medo também de não conseguir confiar em mais ninguém. Compreendo que confiança se constrói com o tempo. Compreendo também que todas as pessoas são diferentes umas das outras. Mas ando tão incrédula, que as vezes penso que nunca mais vou acreditar em ninguém. Isso me apavora.

Não sei porque comecei a falar sobre medos, mas acho que compreender nossos medos é o primeiro passo para tentar enfrenta-los!
Não adianta lutar contra, sentir medo é humano. Só o que tem a ser feito, é erguer a cabeça e ir a luta!
Na minha atual fase, onde quase tudo ainda é muito incerto, é muito natural que o medo me acompanhe. É horrível não saber como e onde estarei no dia de amanhã. Mas se é a minha realidade, eu preciso enfrentar de cabeça e coração abertos.
Já desisti, já voltei atrás, desisti de novo, tentei outra coisa, me reinventei e to indo à luta. Ninguém pode dizer que não tentei!
Eu nunca pensei que seria fácil... mas será que precisava ser tão difícil? =/

"Talvez você não perceba o quanto foste amado...
Mas eu estarei sempre aqui!"

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Reflexão...


Ao longo da vida conhecemos centenas de pessoas que nos despertam variadas sensações... Desde que nascemos, até ficarmos bem velhinhos, experimentaremos todos os tipos de emoções que um ser humano possa sentir: amor, raiva, carinho, ódio, piedade, compaixão, afeto, desprezo... são variados sentimentos, por variadas pessoas, em variados momentos, que nos causam ao longo da nossa existência variadas sensações.
O amor que você sentia ontem, hoje gera uma desconfiança que amanhã se transformará em ódio, desprezo e futuramente, talvez, rancor... Sim, rancor! O ser humano, em sua maioria, não aprendeu a perdoar! Ôh negócio difícil esse de perdoar... veja um exemplo: duas amigas que brigam, uma pede perdão pelo erro cometido (afinal, errar é humano!), a outra diz que perdoa "mas não olha mais na minha cara", e as duas nunca mais se falam. Quantas sensações foram experimentadas durante essa relação? Quantas delas nunca mais serão sentidas? Perdoar o outro nada mais é que uma espécie de auto-aceitação, de compreensão do sofrimento, é entender que o mesmo erro poderia ser cometido por nós mesmos. "Eu? Jamais faria isso!" De quantas pessoas você já ouviu essa frase? É verdade, talvez você não faria a mesma coisa, mas quem garante que não faria algo que pra outra pessoa pareceria mais grave? Aí viria a culpa e pronto, seu mundo desaba mais uma vez!
Assim é vida, cheia de erros e acertos... repleta de pessoas que nos fazem sorrir, chorar... pessoas que nos despertam ilusões, paixões, tesão ou... não importa... o importante é sentir, perceber, deixar-se envolver, comprometer-se! Quantas decisões você deixou de tomar por medo de errar? Culpa da sua falta de comprometimento com aquela questão... mas agora é tarde, passou, e arrependimento é um sentimento ruim que não devemos estimular. Pula pra próxima!
Quantos relacionamentos amorosos você viveu jurando que aquela era a pessoa da sua vida? Quantas vezes teve vontade de jogar tudo pro alto pra viver inteiramente uma paixão? Paixões que às vezes não duram nem 1 mês... Quantas vezes vocês insistiu em um relacionamento fracassado só por medo de não ter alguém com que dividir alegrias e tristezas? Sem percebermos que o erro está justamento no sinal matemático... Amar é multiplicar!
Cada pessoa que entra na nossa vida, do carteiro ao caixa do supermercado, dando uma passadinha pela senhora que sentou ao nosso lado no ônibus e ficou puxando assunto sem perceber que você estava tentando ler, entra com um objetivo único de acrescentar-lhe algum tipo de sentimento, às vezes bom, vezes ruim... Infelizmente, o nosso dia-a-dia é corrido para prestarmos atenção à tudo que nos cerca e muitas vezes, ou na maioria delas, perdemos tempo ficando emburrados com situações que apenas um sorriso ou uma palavra de carinho poderia modificar todo o resto... O sorriso... esse sim é o remédio para todos os males! Essa história de que o tempo cura tudo é uma das maiores mentiras que já me disseram... o tempo trás outros tipos de emoções, sim. Apaga, acende, esconde, separa... mas curar? Não cura nada!
Acho que a maior virtude do ser humano é justamente seu poder de modificar-se. Somos nós que escolhemos quem gostaríamos de ser e quem gostaríamos que estivesse ao nosso lado... às vezes convidamos alguém que não quer nos acompanhar, e deixamos pra trás alguém que gostaria de estar conosco, mas quem disse que somos perfeitos? O que é verdadeiro, no final das contas, sempre prevalece e aquela pessoa que você achava que era perfeita pra viver ao seu lado, vai começar a procurar motivos para ir embora. E quem falou que você conseguirá que ela fique? Não importa o que se faça, ela vai embora... e mais uma vez você se pergunta: "o que eu tenho de errado?" Nada! Você não tem nada de errado! Simplesmente, nem todos os amores ou amigos que você escolheu também escolheram você! Aprenda a dar valor a quem realmente te ama, a quem realmente gosta da sua presença e respeita os seus defeitos!
Vai chegar um dia, em que você vai olhar pra trás e perceber que não importa quantas vezes alguém te fez sorrir, quantas emoções alguém te fez sentir ou quantas vezes disseram que te amavam. Não importa se te magoaram ou te desprezaram. O que importa mesmo, no final das contas, é o que você fez com o que fizeram de você, o que você aprendeu com cada ser humano que cruzou o teu caminho e o tamanho da saudade que ficou, de cada um que se foi...

terça-feira, 5 de julho de 2011

Por que alguns esmaltes duram tão pouco?

Vejam bem... na verdade, quem faz o esmalte durar nas suas unhas são os seus hábitos e não a qualidade do esmalte em si - a qualidade ajuda, claro, mas o que prevalece, são os hábitos que temos.
Veja um exemplo... há uns três sábados atrás, eu fiz as unhas e passei o esmalte vermelho de guerra, da Impala (foto).
Fiz em casa mesmo, com aquelas luvas hidratantes que eu nem gosto muito, mas uso... depois de tirar as cutículas, lixar e finalizar, passei a base (fortalecedora com extratos naturais, da Avon) , duas camadas do esmalte e a cobertura da Colorama (aquela lilás). Isso no sábado, final da tarde. No domingo à noite, a primeira unha já deu uma descascadinha quase imperceptível (mas detalhista que sou, percebi!) - mas nada que estragasse a beleza das unhas. Mas na segunda-feira, pronto! Todas as unhas já estavam descascadas de novo, e acabei tirando todo o esmalte - não consigo ficar com esmalte descascado na unha, ainda bem, porque é mega brega! Vale lembrar que eu lavo louças e mexo com material de limpeza, quase que diariamente, além de ter o péssimo hábito de tomar banho quente.
Na quarta-feira seguinte, eu estava na rodoviária esperando dar o horário do meu ônibus para a minha viagem de feriado, e resolvi fazer a unha no salão da rodoviária. A manicura usou praticamente as mesmas técnicas que eu: luvas hidratantes, lixar, finalizar, passar base, duas camadas do mesmo esmalte (eu sempre levo meus esmaltes, e gosto tanto desse que quis passa-lo de novo) e óleo secante (eu esqueci de levar a cobertura da Colorama). Lógico que a manicura tira cutículas muito melhor do que eu, mas isso não interfere na durabilidade do esmalte. Dessa vez, o esmalte durou 6 dias, começando a descascar somente no final do 6º dia, quando eu já estava em casa e já tinha tomado um banho quente.
O que me fez chegar a essa conclusão, foi que de quarta à segunda-feira, eu não tinha lavado um copo que fosse e os banhos no sítio aonde passei o feriado não chegavam a ser frios, mas estavam longes de ser os banhos quentes aos quais estou acostumada. Eu joguei totó, sinuca, dançamos quadrilha, fizemos sobremesa na fogueira e a unha continuou perfeita, sem que eu precisasse fazer nenhum retoque!
Portanto, meninas, nem sempre é a qualidade do esmalte que usamos interfere na sua durabilidade, vale ficar atenta aos seus hábitos (alimentares, inclusive!). Banho quente é relaxante, mas além de fazer mal às nossas unhas, faz um mal danado à nossa pele. Vale a pena evitar... =)
Beijos no coração...

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Festas Juninas/Julinas

Fogueira que fizemos no sítio em Cataguases.

Desde criança que eu sempre fui apaixonada por festas caipiras, mais conhecidas por Arraiá ou Festa Junina (e com o tempo passaram a ser julinas e, às vezes, agostinas também...). Fico triste porque aqui no Rio as pessoas vão às festas, mas nem sempre entram no clima. Assim acabam usando trajes normais para uma festa que deveria exigir um traje típico de festa caipira. Mas isso é o de menos, o importante é a diversão certa dessas festas típicas.
Esse ano, fui à duas aqui no Rio: o Roça in Rio no Jokey e a Festa Julina do Retiro dos Artistas. Ambas são festas bem tradicionais aqui no Rio e eu gostei muito de ambas.

(Eu em um dos cenários do Arraiá da Providência, no Jokey.)

O Roça in Rio, que é o tradicional Arraiá da Providência, foi muito divertido, mas na minha opinião, teve muitos pontos contras. Diversão para os adultos mesmo, faltou. A pista de dança era pequena e as melhores músicas começaram a tocar quando a maioria das pessoas já estavam indo embora. Também achei que tinha pouca variedade de comidas e bebidas típicas, além de termos que enfrentar grandes filas para sermos atendidas. O ponto forte, na minha opinião, foram os "dinheirinhos" criados para pagar as barraquinhas (fofos!). Eu fui no último dia e sinceramente esperava bem mais organização, até pelo valor do ingresso, que nem era tão baratinho assim (R$20,00). Por ser o último dia, muitas comidas típicas já tinham acabado (milho-verde, cocada, etc...) e no final da noite, já não tinha mais água, nem refrigerante e muitas barracas já estavam encerrando o expediente antes mesmo da festa acabar. A canjica estava aguada. Alguns brinquedos para as crianças tinham preços abusivos. Também achei os preços das bebidas e doces um pouco exagerados, mas isso eu já esperava. A decoração estava incrível, muito bonita e alegre, como toda festa junina deve ser. Tinha uma grande fogueira, bem bonita, que soltava fumaça artificial e vários cenários engraçadinhos para tirar foto. Só faltou um pouco mais de bandeirinhas. Fazendo um levantamento geral da festa, apesar de todos os contras, eu até gostei, apesar de ter esperado muito mais.

(O grupo Maria Filó abrindo a noite com muito forró.)

Já a Festa Junina do Retiro dos Artistas, que começou ontem (30/06), foi MUITO bacana. Bem organizada, diversão garantida para crianças e adultos (com brinquedos para as crianças e grandes shows para os adultos), grande variedade de comidas e bebidas típicas, preço justo, enfim... tudo que se espera de uma festa junina de verdade. Quer dizer, faltou uma fogueira (mesmo que artificial) e, como já disse acima, a presença de trajes típicos que alegra muito mais uma festa junina, mas isso não é problema da organização e sim do público que não tem o costume de entrar no clima. Os "barraqueiros" e até os seguranças eram muito simpáticos e todos pareciam estar muito alegres por estarem ali. A decoração estava linda, com bandeirinhas cobrindo todo o público. As barraquinhas se concentraram em um cantinho, deixando espaço de sobra para as pessoas circularem e dançarem à vontade. Também não vi problemas como filas nas barracas, o que é um ponto super positivo para o evento. Eu adorei, e se não puder voltar amanhã ou domingo, espero que ano que vem continue assim. Aproveitem, vai até domingo.



Falando em festa junina, ainda tive a festa da minha família, onde tiramos um dia para fazer um bingo e organizar uma quadrilha, que foi das mais divertidas que eu já participei. Fizemos uma fogueira, alguns doces típicos, quem não tinha levado traje típico, improvisou e tivemos até o famoso casamento na roça. Foi muito divertido e valeu para percebermos o quanto é fácil fazer uma festa ficar divertida quando a alegria está dentro da gente e quando estamos em companhia de pessoas que amamos, mesmo sem grandes produções.

Que venham muitas outras festas típicas até o final de agosto...

Beijos no coração...

terça-feira, 14 de junho de 2011

"E Dai?"


E Daí?

E daí se eu quiser farrear, tomar todas num bar, sair pra namorar
O que é que tem? Foi você quem falou que a paixão acabou

Que eu me lembre eu não sou de ninguém

E daí, que você me deixou, mais um dia passou
e o mundo não parou tô aqui
Confesso fraquejei muito tempo chorei
Só deus sabe o quanto eu sofri
Mas não fui me humilhar te pedir pra voltar
O que você ta fazendo aqui?

Se ainda não me quer então sai do meu pé eu faço o que eu quiser

E daí se eu quiser farrear, tomar todas num bar, sair pra namorar
O que é que tem? Foi você quem falou que a paixão acabou

Que eu me lembre eu não sou de ninguém

Se eu quiser farrear, tomar todas num bar, sair pra namorar
O que é que tem? Foi você quem falou que a paixão acabou

Que eu me lembre eu não sou de ninguém


Eu sempre fui do tipo que dizia que a música sertaneja era muito "dor-de-cotovelo", apesar de sempre ter gostado muito, mas nenhuma outra música tem me colocado tão pra cima quanto esses sertanejos atuais, principalmente esse aí do Guilherme e Santiago... essa letra parece ter sido escrita pra mim (ou por mim...)!

Muito boa!

domingo, 12 de junho de 2011

Feliz Dia dos Namorados!


"Quer ter um dia dos namorados todos os dias, além dessa data comercial que vem por ai? Quer, não quer? Lógico que você quer, afinal de contas quem não gosta de carinho, de atenção, de mimos e beijinhos? Todo mundo, só que nós, seres humanos, temos um pequeno defeitinho de fabricação, nada muito sério, nada que umas boas pancadas não resolvam...

Nós temos um hábito de nos habituarmos, ou seja, nos acostumarmos com as situações, e pior de tudo, com as pessoas. Basta um pouco mais de intimidade e pronto, as pessoas passam a fazer parte da decoração da nossa casa, da nossa sala, da nossa cama e por assim vai...

É mentira? Tem coragem de dizer que não é assim? Fazemos tudo no início do romance, gel nos cabelos e perfume da moda, lingerie de primeira e cabelo com 3 horas de chapinha e escova, unhas pintadas, pernas depiladas, roupas novas, hálito sob o controle da bala, do chicle, e outras "coisitas" mais. Tudo para enganar o(a) troux..., digo a vítima, digo, o futuro amor. Enganar no bom sentido, afinal de contas, todos nós queremos nos dar bem, queremos viver um grande amor, ninguém investe em alguém que não tenha pelo menos uma atração.

Passada aquela fase da conquista, e quando entra na fase do "sério" começam as broncas, porque nessa fase nós nos revelamos e começamos a deixar cair as nossas máscaras, aquele sorriso amarelo vira ciúme puro:

- Você não vai sair com essa sainha, vai? Comigo não!...

- Porque você demorou a atender o celular, hein?

- Futebol com os amigos de novo???

E outras coisas bem piores quando o casal está bem mais intimo, ou casados já algum tempo. O pior deles é a falta de privacidade, aquele banheiro escancarado com todos os sons da segunda guerra mundial, metralhadoras disparando para todos os lados, cheiros, calcinha furada, cueca amarela, e outras coisas que eu sei que você sabe do que eu to falando.

Só tem um jeito para evitar o desgaste de um relacionamento, é fazer do seu amor, um único amor, evitando traições e dores: viver cada dia como se fosse o primeiro, cuidando do amor, cuidando de você, exigindo respeito, respeitando e trabalhando o amor sempre com novidades.

A outra parte é viver esse amor, como se fosse o último dia de sua vida, ou da pessoa amada, e não regular os beijos, abraços, carinhos, e declarações de amor.

Quando nós não temos mais tempo para um beijinho pela manhã, um eu te amo pela tarde e uma paixão pela noite, pode esquecer, o amor já foi pelo bueiro daquela maldita porta aberta no banheiro.

Feliz dia dos namorados, todos os dias!!!"



Eu não tenho certeza quanto à autoria do texto, mas acredito que seja da Martha Medeiros.
Eu conheço esse texto à pelo menos 10 anos e acredito muito no que ele diz.
O amor, seja ele qual for, tem que ser cultivado dia a dia e é exatamente isso que desejo a vocês nesse dia dos namorados: cuide bem do seu amor, seja quem for! =)
Beijos no coração,
desta eterna apaixonada...

sábado, 11 de junho de 2011

Sorteio: Kit Make me Up Sigma Beauty


Quer ganhar um desses kits de pincéis da coleção Make me Up, da Sigma? Clique Aqui
Eu já estou participando! =)


***IMPORTANTE***
Este blog não tem nenhuma responsabilidade por esse sorteio, este é apenas um link de DIVULGAÇÃO!

terça-feira, 31 de maio de 2011

Eu sumi, mas é por uma boa causa! Estudando muito pra prova da ANAC! Mas semana que vem eu volto com muitas novidades, boas notícias e quem sabe até um sorteio pra dar uma aquecida no blog! =)
Beijos no coração...

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Need You Now

Need You Now

Picture perfect memories,
Scattered all around the floor.
Reaching for the phone 'cause
I can't fight it anymore.
And I wonder if I ever cross your mind
For me it happens all the time.
It's a quarter after one,
I'm all alone and I need you now.
Said I wouldn't call
but I lost all control and I need you now.
And I don't know how I can do without
I just need you now.

Another shot of whisky,
can't stop looking at the door.
Wishing you'd come sweeping
in the way you did before.
And I wonder if I ever cross your mind.
For me it happens all the time.
It's a quarter after one,
I'm a little drunk,
And I need you now.
Said I wouldn't call
but I lost all control and I need you now.
And I don't know how I can do without,
I just need you now.

Yes, I'd rather hurt than feel nothing at all.

It's a quarter after one,
I'm all alone and I need you now.
And I said I wouldn't call
but I'm a little drunk and I need you now.
And I don't know how I can do without,
I just need you now,
I just need you now.
Oh, baby I need you now.

Preciso de Você Agora

Memórias perfeitas
Espalhadas por todo o chão
Alcançando o telefone porque eu não consigo lutar mais.
E eu me pergunto se eu já passei pela sua mente
Para mim isso acontece o tempo todo

São uma e quinze, estou completamente só e preciso de você agora.
Disse que eu não viria mas perdi todo o controle e preciso de você agora.
E não sei como sobreviver, só preciso de você agora.

Outra dose de uísque, não consigo parar de olhar para a porta.
Desejando que você entrasse arrebentando da maneira que fazia antes.
E eu me pergunto se eu já passei pela sua mente.
Para mim isso acontece o tempo todo.

São uma e quinze , estou meio embriagado
E eu preciso de você agora.
Disse que não ia ligar mas perdi todo o controle e preciso de você agora.
E não sei como sobreviver, eu só preciso de você agora.

Sim, eu prefiro me magoar do que não sentir nada.

São uma e quinze ,estou completamente só e preciso de você agora.
Eu disse que não ligaria mas estou meio embriagado e preciso de você agora.
E não sei como sobreviver, eu só preciso de você agora.
Eu só preciso de você agora.
Oh, amor, eu preciso de você agora.


terça-feira, 24 de maio de 2011

Stand-Up Musical

"O Stand-Up Musical é um club-act: um show de um ator de teatro musical. O espetáculo consiste num recital de 16 músicas consagradas de teatro musical ao redor do mundo. Dentre delas espetáculos da Broadway, West End, e do Brasil.
As músicas servem como fio condutor de uma história fictícia mas pessoal, engraçada e triste, com um final surpreendente.
Entre cada capítulo da história que vai se desenrolando há um número de stand-up: pequenas observações peculiares a um ator de teatro musical.
Cuidado: você pode rir!"

Além de rir, você pode se emocionar ou se identificar também... Stand-Up Musical é um espetáculo imperdível e surpreendente! Mais do que fazer graça, Raul Veiga sobe no palco para contar e cantar uma história que poderia perfeitamente fazer parte da vida de qualquer ator. Como ele mesmo descreve, pode ser apenas uma desculpa para que ele faça aquilo que mais ama: cantar. Mas quem se importa? Acompanhado por três músicos, Raul Veiga tem uma atuação brilhante, quebrando de uma vez por todas a quarta parede e criando um clima de afetividade com o público, como se cada um de nós fizéssemos parte daquela história.
Eu me identifiquei, ri e me emocionei...

Stand-Up Musical fica em cartaz no Teatro Leblon, às terças e quartas às 21 horas, até 8 de junho.
A direção é de Rubens Lima Jr, direção musical de Jules Vandystadt e consultoria artística de Claudio Botelho.

Não percam!

sábado, 21 de maio de 2011

Pareço maquiada?

Formatura do curso de Comissário de Vôo.


Agora me contem... o que acharam do make?
Beijos!

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Insônia...

Deitara cedo para assistir o filme que passava na tv, filminho água com açúcar, que tinha a intenção de fazer rir, mas não chegava muito perto desse objetivo. Mas para ela, o que importava naquele momento, era estar deitada às 23 horas, sabendo que logo o sono viria... O filme acabou, resolvera passear pelos canais pra ver se alguma interessava... nada! Olhou o celular... já estava tarde. Desligou a tv e virou-se para dormir...
Rolou de um lado, rolou de outro, arrumou o lençol, mudou o travesseiro de posição... nada! Os pensamentos ocupavam sua cabeça com coisas que ela deveria fazer no dia seguinte, coisas que havia feito no dia que passara e coisas que havia feito lá no início do ano...
Algumas decisões tomadas no passado ocupavam sua mente, novamente. Acontecimentos dos quais ela não deveria mais se lembrar, muito menos à essa altura da madrugada, faziam parte de uma noite de lembranças. Atitudes que deveria tomar para transformar sonhos em realidade, tiravam novamente o seu sono.
Chorou... Chorou muito. Chorou até ficar com dor de cabeça. Tomara um calmante para tentar ajudar o sono... tomara outro um tempo depois. Não gostava de se entorpecer de remédios para conseguir dormir, mas queria acordar cedo no dia seguinte, precisava colocar seus planos em prática. Queria reverter esse quadro.
Ouviu barulho de chuva no telhado dos vizinhos... virou pro lado, apagou tudo e pensou nele. Pensou que gostaria que ele estivesse ali. Pensou que gostaria de não pensar nele. Pensou que gostaria que tudo fosse diferente... e lembrou-se de dormir.
Dormiu como um anjo, abraçada em seu bichinho de pelúcia, entorpecida por calmantes fitoterápicos...

Homenagem a todas as mães... =)

Mama, I love you! Mama, my friend!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

A primeira grande dor de 2011...


Eu não compreendo muito bem certas coisas...
Acordei estranha hoje, mas ciente das minhas obrigações e por isso mesmo, cumpri todas elas. Mas não fui fazer a minha prova, porque sabia que não estava preparada.

É uma pena que no futebol as coisas não sejam tão fáceis assim.

Eu passei o dia relativamente bem, mas por volta das 19 horas comecei a me sentir estranha... seria isso uma espécie de premonição? Não sei... mas eu confesso que não consegui me empolgar 1 minuto sequer durante o jogo...
Eu sou do tipo de que defende os jogadores até o último segundo de jogo, mas sei reconhecer quando eles merecem. E faz tempo que o Fred não vem merecendo nada dessa torcida guerreira e apaixonada do Fluminense.
Mesmo assim, o Enderson insiste em tirar o Rafael Moura, que pode até ser menos habilidoso, mas nitidamente está em melhor fase que o Fred. Mesmo assim, nosso interino insiste em cometer os mesmos erros em jogos decisivos... Foi assim na semi-final do carioca e foi assim hoje. Se Rafael Moura teria impedido essa derrota, eu não sei. Mas não dá pra continuar cometendo os mesmos erros...

Desde o início eu falei que era contra ficarmos sem um técnico, estávamos disputando o título da tão sonhada Libertadores afinal, aquele título que estava engasgado desde 2008 e agora, mais do nunca, dói. Mas hoje não dá pra culpar só o Enderson. O time estava apático, não entrou em campo. Berna foi quem mais trabalhou - conseqüência de um jogo que parecia só acontecer no nosso campo de defesa -, fez boas defesas, mas não adianta, uma hora aquela bola ía entrar, e depois que entra a primeira vez... já era! O time do Fluminense estava sem estrutura, errando todos os passes, completamente perdido... Edinho defendia sua área com chutões que acabavam servindo de passe para o time paraguaio. Diguinho distribuía faltas. Mariano, o "menino da seleção", fez apenas 1 boa jogada durante os 96 minutos de jogo. Conca, sempre muito marcado, pouco apareceu. Fred perdeu aquela que foi uma das poucas chances claras de gol... poucas? Melhor dizer, raras. Aonde fora parar aquele Time de Guerreiros, meu Deus?

Mas essa história teve um personagem que poderia ter mudado o destino do jogo - ou não! Quem vai saber? O fraquíssimo ábitro Roberto Silveira! Sim, ele. E isso não é choro de derrotado, porque já reconheci que o Fluminense não entrou em campo nessa triste noite de maio. É apenas a constatação de que um lance marcado errado pode mudar a história de todo um jogo.

Falo da violenta falta cometida em Conca, logo no início do jogo. Falta que rendeu ao jogador paraguaio um leve cartão amarelo. Vale lembrar: foi falta pra cartão vermelho. Se o Fluminense resolveria entrar em campo quando o time paraguaio tivesse um jogador a menos, nunca vamos saber. Mas não custa lembrar: a arbitragem errou!
Teve ainda a cotovelada em Fred, o cartão amarelo para Berna - injusto, na minha opinião - e a expulsão de Mariano no final do jogo. Aí você vai me dizer que o Mariano fez sim uma falta para cartão vermelho, e eu não chego a discordar. Mas a arbitragem tem o dever de ser coerente. Por que então, aquela falta lá no início do jogo, falta muito mais dura, diga-se, em cima do Conca, não foi para cartão vermelho também? BINGO!

O árbitro mexeu com o psicológico dos jogadores do Fluminense, que acabaram fazendo o jogo que os paraguaios queriam, o jogo que os paraguaios gostaram, um jogo que a nossa torcida não queria ver e que nada tinha a ver com o jogo de um time de guerreiros.

Vai ver, não era pra ser!

Pode parecer frieza - sejamos práticos, certo?! - mas não dá pra ficar remoendo essa eliminação. Daqui a pouco começa o Brasileirão e o Fluminense precisa se reorganizar, precisa levantar a cabeça e trazer de volta nossos guerreiros! Não há tempo pra crises!

Aos torcedores, não existe consolo. Dói mesmo. Alguns sentem raiva, alguns choram, outros guardam essa mágoa pra si.
Eu resolvi escrever. Escrever pra jogar pra fora a minha dor e tentar olhar pra frente... porque nunca é demais lembrar: a nossa certeza é que nunca vamos te abandonar!


"Eu canto NENSE quando o time vai bem...
Eu canto NENSE quando o time vai mal..."


"NAS BOAS, TE APOIO. NAS MÁS, TE AMO!"


E que assim seja...